
- Outra opção é distribuir cada linha desse poema em dois dados iguais. Depois, convidar dois participadores a jogar os dados e juntar as partes do corpo que correspondem às linhas do poema. Essa performance deve ser feita com um público espontâneo. Cada junção deve ser registrada por um fotógrafo convidado, que terá total autonomia na composição das fotos.

- Outra opção é construir blocos de gelatina no formato de cada uma das letras do poema e na proporção de uma cadeira. Depois, convidar o público a "mergulhar" no trabalho. O poema será transmutado, no momento da experiência, em performance sensorial. Essa performance deverá acontecer com um público espontâneo. O trabalho deverá ser registrado por um fotógrafo convidado que terá total autonomia na composição das fotos.

- Outra opção é repetir o texto do poema em pratos, talheres e copos que componham a mesa de um delicioso banquete. Depois, convidar os participadores a saborear o banquete. Essa performance deverá acontecer com um público espontâneo. O trabalho deverá ser registrado por um fotógrafo convidado que terá total autonomia na composição das fotos.

- Outra opção é construir blocos de cimento no formato das letras do poema e distribuir pelas beiradas de um lago. Depois, convidar uma bailarina a dançar o poema encima dos blocos. “Dançar o poema” significa oferecer à bailarina apenas o texto do poema e comunicar o espaço onde ela irá dançar. A bailarina terá total autonomia para construir relações entre o poema e a linguagem da dança.

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